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Polilaminina ganha destaque nacional e reforça esperança em tratamento

A pesquisa brasileira com a polilaminina, substância experimental utilizada no tratamento de lesões na medula espinhal, ganhou destaque nacional nos últimos dias após reconhecimento em um dos maiores eventos de inovação do país.

A cientista Tatiana Coelho de Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), recebeu o Prêmio Brazilian Engineering 2026 pelo desenvolvimento da tecnologia, considerada uma das mais promissoras da medicina regenerativa.

A homenagem ocorreu durante o VTEX Day, em São Paulo, nesta quinta-feira, dia 16, e teve um momento simbólico: a entrega do prêmio foi feita pela ex-ginasta Laís Souza, que apareceu de pé em público pela primeira vez desde o acidente que a deixou tetraplégica, com auxílio de uma órtese.

O gesto emocionou o público e reforçou o impacto social das pesquisas conduzidas por Tatiana, que há décadas estuda a regeneração do sistema nervoso.

A polilaminina é uma proteína desenvolvida em laboratório a partir da laminina, presente naturalmente no corpo humano, e tem como objetivo estimular a reconexão de neurônios após lesões na medula. Em 2026, a substância avançou para a fase inicial de testes clínicos no Brasil. Apesar dos avanços, o tratamento ainda é considerado experimental e segue sendo estudado quanto à sua segurança e eficácia.

O reconhecimento nacional ocorre no mesmo momento em que casos começam a surgir em diferentes regiões do país, aproximando a inovação científica da realidade de pacientes e reacendendo a esperança de novas possibilidades na reabilitação de lesões medulares.

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